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“Temos que lutar por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres”
Rosa Luxemburgo
Mulheres em luta por igualdade e direitos
Faz 100 anos que Clara Zetkin propôs na 2ª Conferência Internacional das Mulheres (Dinamarca) a criação de um Dia Internacional de Luta da Mulher.
Muito já foi conquistado nestes 100 anos de mobilização coletiva, mas a luta por autonomia, igualdade e direitos ainda é atual e necessária: ainda precisamos dividir o trabalho doméstico, de salário igual para trabalho igual, combater a violência doméstica e continuar a conquistar creche e escolarização de qualidade com formação integral.
Violência
Um grande avanço foi a criação da Lei Maria da Penha, mas há obstáculos para sua implementação e legitimação. Este ano, no mínimo 09 mulheres foram assassinadas após denunciarem seus agressores e voltarem para suas casas. É preciso acabar com a violência doméstica em todo o país.
Precisamos ter assegurada a real autonomia e o direito à vida. As mulheres não podem ser constrangidas ao denunciar uma violência contra elas nas delegacias e precisam, para casos extremos, de casas abrigos onde possam inclusive ficar com seus filhos, tendo garantidas sua vida e integridade física.

Trabalho
O reconhecimento do trabalho das mulheres e o questionamento da divisão sexual do trabalho estão no centro do debate sobre autonomia econômica feminina. Hoje, são desvalorizadas as atividades de manutenção da vida que acontecem na esfera privada, como os cuidados aos filhos e familiares idosos, que são em sua maioria realizados por mulheres.
Sem contar que, na juventude, acumula-se a necessidade de estudar e trabalhar; todo este trabalho invisível acarreta jornadas duplas de trabalho. Vale lembrar que o trabalho assalariado realizado pela mulher é desvalorizado, muitas vezes recebendo menos por um trabalho igual ao dos homens.
Gênero, classe e raça
Existem outras formas de violência que afetam especialmente alguns setores da sociedade que são decorrentes da própria estrutura de nossa sociedade. Aqui falamos da violência da pobreza e da miséria que afetam especialmente as mulheres.
Mas também, há o preconceito racial enraizado nas relações sociais, transmitidos no dia-a-dia, que tornam a vida das mulheres negras e pobres mais difícil. O Dieese aponta que as mulheres negras ganham menos que as brancas para o mesmo tipo de trabalho. Desta forma, o combate ao racismo passa a questionar as desigualdades existentes entre brancas e negras, e se posiciona contrário ao discurso machista, onde o homem é considerado superior.
Saúde da mulher
Um aspecto que merece reflexão urgente em nossa cidade é o atendimento especializado à saúde das mulheres. Entre outras reivindicações, destacamos que deve ser direito das mulheres serem atendidas na hora do parto pelo mesmo médico que realizou o seu acompanhamento nos exames de pré-natal. Esta deve ser uma de nossas próximas conquistas.
Participação política
As mulheres ainda participam muito pouco dos espaços de decisão política no Brasil. Se as mulheres são maioria nas lideranças comunitárias e serviços voluntários, devemos preparar mulheres para ocupar também os mais altos cargos de decisão de nossa cidade, estado e país.
Porém, não é somente garantir mais mulheres nas esferas do poder, mas que as mulheres que atuam na politica estejam comprometidas com nossas reivindicações por melhorias trabalhistas, autonomia, fim da criminalização das mulheres, dentre outras.
Nestes 100 anos de 8 de março ainda temos muito por que lutar para que tenhamos o nosso trabalho reconhecido, com salários iguais para funções iguais, independente do sexo de quem o exerça; para garantirmos a nossa participação política que reflita nossa importância social.
E sobretudo estamos nas ruas para que a nossa vida seja garantida no Brasil ou em qualquer outro lugar do planeta.
Programação:
Dia 08 de março – Segunda-feira – 19:30h
Oficina sobre as mulheres,
com a participação de Marcela Moreira,
ex-vereadora da cidade de Campinas.
Local: Clube Casa Branca
Atividade na Praça Barão de Mogi-Guaçú (Matriz)
Dia 11 de março – Quinta-feira – 19:00h
Sessão de Cinema: “Mulheres do Brasil”
Local: Cine-Teatro
Parceria com o CineClube Lima Barreto
Coletivo de Mulheres

Nossa página na internet atingiu a grande marca de 700 visitas em trinta dias!
Agradecemos a nossa militância e apoiadores que estão tornando este espaço uma fonte de informação e fundamentação para o debate político de nossa cidade.
Leia sobre o Transporte Público em Casa Branca na página “Ações do PSOL”.
Não somente os estudantes são prejudicados como diversos cidadãos de nossa cidade.
A Plenária do mandato da vereadora Fernanda Malafatti confirmou e apontou os desafios para o PSOL em Casa Branca.
Por unanimidade dos presentes, confirmou-se a linha de ação parlamentar da nossa vereadora:
1 – colaborar no debate político no plenário;
2 – enfrentar mentiras e a velha direita;
3- defender os avanços propostos pelo Governo;
4 – e questionar propostas ambiguas apresentadas, mesmo pelo Governo.
Quanto a ação social do mandato, destamos a presença da Vereadora em todos os momentos importantes da nossa cidade.
O elemento mais importante desta ação social está na geração de novas lideranças sociais e na ação conjunta dos militantes do partido.
Por fim, destacamos como prioridades para o período:
1) fortalecer o grupo de mulheres e de jovens.
2) enfrentar os ataques e perseguições com nossa militância e com a verdade.
3) continuar defendendo a inversão de prioridades no Governo Municipal, colocando a preriferia como prioridade da Gestão
4) investir na formação política
Cada comissão marcou pequenos encontros para organizar suas tarefas, sendo as prioritárias:
1) 100 anos do Dia Internacional da Mulher
2) Encontro de HIP HOP e transformação social
3) Formação política nos bairros
4) tiragem de delegados para a Conferência Eleitoral do PSOL apoiando Plínio de Arruda Sampaio
5) encaminhar duas ações judiciais aprovadas na plenária contra usurpação do dinheiro público.
Participe voce também: É tempo de ser exigente!!
 Atuação na Câmara e junto aos movimentos sociais: ação local e global!
Aguardamos tod@s
militantes e amig@s
para a próxima plenária
do mandato popular da
vereadora Fernanda Malafatti –
PSOL de Casa Branca
Ajude a divulgar e compareça!
Local:
Câmara Municipal de Casa Branca
Rua Barão de Casa Branca, 220
Data: Sábado,
dia 27 de fevereiro de 2010 Horário: das 14h às 16h.
Veja abaixo a convocatória:
“Há aqueles que lutam um dia; e por isso são bons;
Há aqueles que lutam muitos dias; e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam anos; e são melhores ainda;
Porém há aqueles que lutam toda a vida; esses são os imprescindíveis.”
B. Brecht
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Amigas e amigos
Iniciei minha ação política tentando romper as lógicas da política tradicional, feita por políticos profissionais e mergulhados em práticas políticas obscuras. Queremos fazer tudo diferente, de um modo transparente e ousado.
Sei que isto desagrada muita gente e contraria muitos interesses. Mas ao mesmo tempo, vemos que muitas pessoas todos os dias estão somando-se às nossas ações, ajudando a gente a forjar uma nova geração política para nossa querida Casa Branca.
Tivemos um ano cheio de surpresas, com decepções e realizações. Mais uma vez, está na hora de avaliarmos e traçarmos nossas metas para o próximo período. Nunca se esqueça que o mandato parlamentar deve representar uma parte da população. Nosso mandato é um instrumento de luta e representação social. Representação e organização daquelas e daqueles que ousam sonhar uma cidade diferente. Que a cada dia procuram dar pequenos passos para transformar os sonhos em realidade!
O triste falecimento do nosso Prefeito Sati modificou bastante o cenário político casa-branquese. Queremos refletir juntos. Ainda é tempo de ser exigente! Cada um ainda pode oferecer mais!
Por isto, convidamos você para mais um encontro dos apoiadores ou amigos de nosso mandato de vereadora. Contamos com sua presença para apoiar, criticar e sugerir. Sua presença tem um significado muito especial.
Pauta
Avaliação do mandato da vereadora e prestação de contas do 1º ano do mandato
Informes da Conferência Eleitoral do PSOL
Organização do Dia Internacional das Mulheres
Encaminhamentos para o Encontro de Juventude e HIP HOP
Fernanda Malafatti, advogada e vereadora, buscando nova política para Casa Branca
“Seja a mudança que você quer no mundo!”
A Promotoria de Casa Branca comunicou a recusa das denúncias formuladas pela vereadora Zilda Lopes. A acusação política feita pela vereadora do PSDB está repleta de mentiras e fatos infundados, todos dispostos no sentido de prejudicar o projeto de Estatuto da Educação e Plano de Carreira aprovados pela Câmara Municipal em janeiro.
Entre as acusações infundadas, Zilda Lopes alegou:
1) Que a vereadora Fernanda, o vereador Ribeiro e o Prof. Allan teriam retirado o projeto do Estatuto da Educação da Câmara Municipal impedindo o estudo do projeto. Mentira. Foi afirmado pela Câmara que o projeto não saiu da casa, sendo retirado de pauta pelo prefeito na ocasião em que foi enviado o novo projeto, estudado pelos vereadores.
2) Que o projeto foi votado de forma irregular e com pressão das professoras. Na verdade o projeto seguiu todos os trâmites legais, e a pressão popular é um elemento necessário na construção da cidadania. Ou será que Zilda Lopes gostaria de votar todo o projeto sem a presença do povo? Aliás, a mesma vereadora em outras ocasiões tentou levar cidadãos para acompanhar a votação de projetos de sua autoria. Um procedimento legítimo.
3) Que há nepotismo na função exercída pelo prof. Allan. A calúnia visa difundir uma interpretação errada da súmula sobre nepotismo. Todos sabem que o nepotismo não se aplica ao caso por diversos motivos, como o fato do Prof. Allan ser um dirigente político, ocupar um cargo político e não estar subordinado à Câmara Municipal. Nepotismo cruzado se aplica menos ainda, uma vez que a vereadora não tem cargos em comissão na Câmara Municipal. Por que difundir esta falsidade?
4) Zilda disse que possui gravações que prejudicam a imagem do professor Allan, como dirigente partidário. Por que ela não prova o que diz?
O PSOL não se curva a calúnias e rebate a mentira com sua ação em prol da justiça.
Que a senhora Zilda comece a provar as acusações que faz. Fica menos feio.
 Comemoração pela vitória com a aprovação do novo Estatuto da Educaçaõ [caption id="attachment_30" align="alignleft" width="150" caption="Professores exercem sua cidadania"]  [/caption]Após a aprovação da lei municipal que instituiu o Estatuto da Educação e o Plano de Carreira dos servidores da Educação em Casa Branca, o PSOL passou a ser vítima de acusações de setores retrógrados da cidade, tendo como porta-vozes o vereador e ex-prefeito Skcandar Mussi e a vereadora Zilda Lopes.
Inconformados com a aprovação do projeto que beneficia os servidores da educação, além de propor regras permanentes para mecanismos de gestão democrática e organização da vida escolar, ambos voltaram ao ataque na primeira sessão ordinária da Câmara Municipal, em 02/02/2010.
Ao acusarem o projeto de apressado e mal-estudado, os dois vereadores que votaram contra a propositura do Executivo ofenderam toda a classe docente da cidade que se dedicou durante todo o ano de 2009 ao estudo e elaboração de um Estatudo participativo.
O PSOL não aceita os ataques ao primeiro projeto de origem participativa em nossa cidade. Conclamamos todos os educadores e educadoras, bem como toda a população a dizer um grande NÃO à politicagem dos vereadores que desejam impor a derrota da Educação casa-branquense.
Confira abaixo a relação do voto dos vereadores na ocasião da aprovação do Estatuto da Educação e Plano de Carreira do Magistério:
Favoráveis: SIM
Antonio Sandoval
Fernanda Malafatti
José Carlos Ribeiro
Silvio Borri
Silvio Cláudio Costa
Zeca Vilela (voto de minerva)
Ausente por motivos de saúde:
Claudenir
contrários: NÃO
Sckandar Mussi
Zilda Lopes
Lembre-se sempre deles!
Ontem, 29/01/10, os professores e professoras de Casa Branca ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Casa Branca para acompanhar a votação em sessão única do projeto que reformula o Plano de Carreira dos profissionais da Educação e atualiza a legislação educacional da cidade.
A revisão do Plano de Carreira, uma determinação legal, deveria ter acontecido desde o ano de 2007. No entanto, o governo anterior evitou o tema apesar da expectativa dos docentes.
Quando a nova gestão assumiu o governo, invertendo prioridades e implantando uma nova maneira participativa de gestar a política, iniciou-se uma série de reuniões, estudos e debates para a revisão de toda a política educacional de Casa Branca.
Casa Branca é uma cidade tradicionalmente ligada à educação e ao magistério. Agora, com a participação dos docentes, podemos dar passos significativos rumo a revitalização da Educação.
Em maio de 2009, a sociedade realizou a 1ª Conferência Municipal de Educação, com a presença significativa do Deputado Federal Ivan Valente (PSOL-SP) e diversos debates sobre a educação e o magistério.
Desde a conferência até a aprovação do projeto, tivemos um grande aprendizado de participação e cidadania.
O projeto esteva pronto para ser enviado aos vereadores quando ocorreu o falecimento do Prefeito Sati.
Após estudos, o novo prefeito, Dr. Roberto, remeteu com pedido de urgência o projeto para apreciação da Câmara.
A defesa brilhante de nossa vereadora Fernanda Malafatti (PSOL) e o apoio dos vereadores Zeca Vilela, Ribeiro, Silvio Borri e Sandoval o projeto foi aprovado numa turbulenta sessão.
O ex-prefeito e vereador Sckandar Mussi e a vereadora Zilda Lopes utilizaram todos os artifícios para adiar a votação, tentando impor uma derrota aos professores e ao Governo Municipal. No entanto, a atuação das professoras junto com os vereadores garantiu a plena vitória.
A aprovação deste projeto, o Estatuto da Educação, entra para a história de Casa Branca como um dia em que um projeto com amplo debate popular foi consagrado modificando as relações de poder da educação em Casa Branca.
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