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Cratera engole parte de rua de São Vicente e traz riscos à população

Um grande buraco chama a atenção dos moradores da Rua Oswaldo Toschi, no Jóquei Clube, em São Vicente. A cratera apareceu na via na noite de terça-feira. O trecho já está sinalizado, mas oferece riscos principalmente para as crianças que moram no local. 

A Prefeitura de São Vicente informou que acionou, na tarde de quarta-feira, o consórcio responsável pelas obras de urbanização na região, e que funcionários já estão no local fazendo os reparos necessários.

Segundo ainda a Prefeitura, técnicos estão averiguando o que causou a abertura da cratera e enviarão um laudo à Prefeitura apontando as causas nos próximos dias.

PARALISAÇÃO DE DUAS HORAS NO BANCO DO BRASIL FOI VITORIOSA

Por: Imprensa Sindserv – Santos

Foi de forma pacífica, mas contundente, que os servidores municipais mostraram que não estão para brincadeira na terça-feira. Das 8 às 10 horas, cerca de 500 funcionários de várias secretarias ficaram do lado de fora do prédio do Banco do Brasil, na Rua XV de Novembro, no Centro.

O clima ficou tenso quando assessores do prefeito tentaram furar o bloqueio montado na porta do prédio e os manifestantes impediram. O guarda municipal do Banco do Brasil engrossou e sacou uma arma, mostrando total despreparo. O Sindserv fez Boletim de Ocorrência e, junto com os trabalhadores e dirigentes dos sindicatos solidários aos servidores (Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Metalúrgicos e Sindicato dos Petroleiros) garantiu a continuidade da paralisação.

O recado foi claro à administração: não vamos nos contentar com os 4,5% oferecidos pelo Governo para o nosso reajuste salarial. Aceitar esse percentual é retroceder. A arrecadação da prefeitura tem previsão de crescer esse ano 17%, alcançando um patamar recorde. Ao prefeito e seus secretários foram concedidos 28% no ano passado, enquanto os servidores tiveram apenas a reposição da inflação.

Acumulamos perdas nos últimos 10 anos de quase 100% graças aos 8 anos sem reajuste na Era Mansur. Nossa assistência médica está sucateada e as condições de trabalho em muitos setores estão aquém do aceitável. Muitos de nós está endividado devido aos aumentos dos descontos no salário da saúde e previdência. Até quando continuaremos a ser humilhados?

O SINDSERV não se dobra e, como o definido em assembléia, continuará organizando as paralisações por locais de trabalho. Fique atento e participe!

Servidores Municipais de Santos param por duas horas

Por: Jornal Cidade de Santos

Protesto de servidores no Centro de Santos paralisou as atividades de várias secretarias da Prefeitura na manhã de hoje, terça-feira.Cerca de 200 pessoas aglomeraram, entre sindicalistas e servidores, na Rua XV de Novembro, em frente ao Banco do Brasil. Muitos funcionários foram impedidos de entrar no prédio e alguns tentaram furar o bloqueio para ir trabalhar. Houve empurra-empurra e a Polícia Militar precisou ser acionada.

A categoria cruzou os braços por 2 horas como advertência à contraproposta da Prefeitura, de aumento de 4,5%. Os servidores reivindicam 28% de reajuste. Segundo Flávio Saraiva, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Santos, essa foi uma das séries de reivindicações programadas pela categoria. Amanhã, quarta-feira, ocorre novo encontro entre prefeitura e sindicato.

Mauro Orlandini assume Condesb com 4,8 milhões para investimentos

Fonte: Jornal Vicentino

Por unanimidade, o prefeito de Bertioga Mauro Orlandini foi escolhido para presidir o Condesb – Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista durante o ano de 2010. O vice-presidente no exercício 2009 Marcelo Sacenco, ligado a Secretaria Estadual de Planejamento, foi reeleito, e ao lado de Orlandini participará das próximas reuniões que acontecerão no decorrer do ano, sempre na sede da Agem, em Santos.

Estiveram presentes na reunião desta terça-feira os prefeitos João Paulo Tavares Papa (Santos), Tércio Garcia (São Vicente), Maria Antonieta de Brito (Guarujá), Márcia Rosa (Cubatão), Milena Bargieri (Peruíbe), Paulo Wiasovski (Mongaguá), João Carlos Forssell (Itanhaém), que passou a presidência do Condesb, e o vice-prefeito de Praia Grande Arnaldo Amaral, além do assessor especial do governador e diretor executivo da Agem, Edmur Mesquita, e do atual comandante do CPI-6 Sergio Del Bel.

Mauro Orlandini destacou “a importância da união de todos os municípios da Baixada Santista neste momento tão importante para a nossa região com a chegada da exploração do pré-sal, ampliação do Porto de Santos e outros projetos em andamento”. Ressaltou ainda o papel mais efetivo do Condesb, graças a uma iniciativa do ex-governador Mario Covas, que apostou na metropolização, e aos prefeitos, que mostraram boa vontade em colocar a iniciativa em prática.

Edmur Mesquita agradeceu ao ex-presidente do Conselho, João Carlos Forssell, pela participação efetiva nas decisões ocorridas durante o período anterior, cumprimentou Mauro Orlandini pelo novo desafio e convidou todos os prefeitos participantes a reforçar ainda mais os laços metropolitanos, que atualmente têm se mostrado bastante sólidos. “Temos vários projetos de ordem metropolitana que estão saindo do papel e virando realidade. No setor de transportes, saúde e saneamento estamos buscando sempre a união entre os municípios, e pelos resultados, temos a certeza que é este o caminho”, destaca Edmur.

Durante o encontro também foi inaugurada a foto do prefeito de São Vicente Tércio Garcia na galeria de ex-presidentes do Condesb. Ele esteve à frente do Conselho no período de 2008-2009.

O CONSELHO
O Condesb, formado por nove prefeitos e nove representantes do Estado, tem a função de formular normas e deliberações relativas à diversos temas regionais: planejamento e uso do solo, transporte e sistema viário, habitação, saneamento básico, meio ambiente, desenvolvimento econômico e atendimento social.

O FUNDO
O Fundo Metropolitano conta com a participação mensal dos nove municípios e do Governo do Estado. Estes recursos são aplicados em projetos propostos pelas cidades e aprovados pelo Condesb. Os conselheiros aprovaram o Plano Geral de Aplicação de Recursos do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano da Baixada Santista para o exercício de 2010, no valor de R$ 4.869.999,95, a serem destinados a obras, estudos, projetos, equipamentos e serviços de interesse para o desenvolvimento regional.

São Vicente confirma 26 crianças com dengue

Fonte: A Tribuna On Line

Dos 180 casos confirmados de dengue até o final da tarde desta sexta-feira, em São Vicente, 26 são de crianças. A Prefeitura garantiu que está intensificando as ações de combate aos criadouros, além de reforçar o alerta aos 400 médicos da rede.

Conforme a Secretaria de Saúde, das 26 crianças que tiveram o diagnóstico confirmado, cinco têm sete anos de idade; outras cinco têm 5 anos; uma tem menos de um ano; uma tem um ano; duas têm oito anos; quatro têm 10 anos; duas têm 11 e seis têm 12 anos de idade. A Prefeitura não confirma nenhum caso de dengue hemorrágica até o momento.

Com relação à morte de duas crianças vicentinas, David Vitor Sales, de 8 anos, e Raíssa Santalla Donati Costa, de 5, no antigo Hospital Modelo de Cubatão, na última quarta-feira, em decorrência de dengue, a Secretaria de Saúde informou que os atendimentos prestados para as duas crianças seguiram os protocolos médicos previstos pelo Ministério da Saúde, durante o período em que estiveram no Pronto-Socorro do Hospital Municipal de São Vicente (antigo Crei).

Abandonado, arquivo secreto da ditadura é achado em Santos

MARIO CESAR CARVALHO
enviado especial da Folha a Santos (SP)

Espiões nazistas podem entrar disfarçados de latino-americanos no porto de Santos, alertava a polícia em 1943. Romeu Tuma, então chefe da polícia política, é informado sobre um show de Chico Buarque em 1972. Relatos de dois pescadores e de um funcionário público dão conta de que Carlos Marighella, líder guerrilheiro da ALN (Ação Libertadora Nacional), prepara uma ação no litoral paulista em 1969.

Essas histórias estão guardadas num arquivo secreto do Deops-SP (Departamento Estadual de Ordem Política e Social), abandonado pela Polícia Civil em Santos e que nunca havia sido aberto a consultas.

A reportagem da Folha entrou pela primeira vez no arquivo. Numa sala com cerca de 18 m2, trancada com cadeado, duas estantes de madeira guardam cerca de 600 pastas e caixas, que abrigam entre dez e 15 dossiês cada uma, tudo infestado por cupins, traças e poeira. A sala fica no segundo andar do Palácio da Polícia, atrás de dois elevadores.

Numa estimativa grosseira, o arquivo teria de 6.000 a 9.000 dossiês. O Deops foi a polícia política no Estado à época da ditadura militar (1964-1985).

Os investigados são sindicalistas, comunistas, guerrilheiros, políticos, padres e líderes estudantis. Não há ordem alfabética ou cronológica no armazenamento. As pastas são organizadas por temas –sindicato dos estivadores, movimento estudantil, Marighella, Jânio Quadros, e assim por diante.

O documento mais antigo encontrado pela Folha é de 1943, sobre os riscos de infiltração nazista no porto; o mais recente, de 1982, sobre lideranças estudantis.

O Deops foi extinto em 1983 e sua documentação deveria ter sido entregue ao Arquivo do Estado a partir de 1994, segundo uma resolução do então secretário da Cultura do governo paulista, Ricardo Ohtake, que criou as normas de consulta a esses papéis. Essa resolução determinava que os arquivos do Deops fossem abertos a consulta pública e que ficariam sob a guarda do Arquivo do Estado.

Santos

O historiador Rodrigo Rodrigues Tavares, autor de dois livros sobre a história política de Santos contada a partir de documentos do Deops, diz que a polícia da cidade sempre negou que tivesse esse arquivo: “Pedi umas quatro ou cinco vezes para consultar essa documentação e a polícia dizia que não tinha mais nada”.

Os livros escritos pelo historiador (“O Porto Vermelho” e “A Moscouzinha Brasileira”) foram pesquisados na documentação que a polícia de Santos enviava para São Paulo e está guardada no Arquivo do Estado. Nesse arquivo, há cerca de 50 pastas sobre Santos, segundo ele, menos de 10% do que está abandonado nas 600 pastas que estão naquela cidade.

As 50 pastas existentes em São Paulo não traduziam a importância política que Santos teve no país, na avaliação dele.

A cidade era um dos principais polos dos anarquistas no país e uma bases históricas do Partido Comunista Brasileiro. Tão importante que o escritor Jorge Amado dedicou um dos livros da trilogia “Os Caminhos da Liberdade” a Santos –o volume intitulado “A Agonia da Noite”. “Os velhos comunistas diziam que deveria haver muito mais material do Deops do que aquele que eu achei em São Paulo”, relata o historiador.

Um desses velhos comunistas, Anibal Ortega, 64, militante do PCB desde 1961, diz que o arquivo encontrado agora estava escondido porque os policiais temiam retaliações após a redemocratização do país.

“Muitos comunistas de Santos foram procurar dossiês em arquivos para entrar com pedidos de indenização e não acharam nada”, conta Ortega. A possibilidade de presos políticos serem indenizados foi instituída em 1995 pelo governo federal e, seis anos depois, pelo governo paulista.

Apuração

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) vai pedir que o Ministério Público apure as razões pelas quais os dossiês não foram entregues ao Arquivo do Estado em 1994. O conselheiro Arley Rodrigues diz que a Secretaria de Segurança violou uma norma do próprio Estado. “Se descobrirmos que houve ação ou omissão de algum delegado, ele pode ser punido”, diz. Rodrigues foi informado da existência do arquivo pelo radialista João Carlos Alckmin.

O delegado responsável por Santos, Waldomiro Bueno Filho, diz que não sabia da existência do arquivo, mas que vai transferir a documentação para o Arquivo do Estado. Bueno Filho foi acusado de ter participado de sessões de tortura do jornalista Vladimir Herzog (1937-1975), o que ele nega.

SERVIDORES REJEITAM PROPOSTA INDECENTE DO GOVERNO

Imprensa Sindserv – 24/02/2010

O Governo Papa mostrou que está fazendo piada com os servidores e ofereceu 4,5% de reajuste nos salários, no vale-refeição e na cesta básica.

A resposta da categoria foi a rejeição da contra-proposta na assembléia realizada nesta quarta-feira, dia 24. E para mostrar que temos brio para lutar contra esse disparate, decidimos pela paralisação de duas horas em locaios de trabalho. Essas paralisações serão feitas todos os dias, cada vez  em um lugar diferente. Serão pontos estratégicos da administração, capazes de provocar impactos imediatos no serviço público e pressionar o Governo a recuar e chamar os trabalhadores para negociar de verdade.

A sistemática de paralisação aprovada é a seguinte: todos os dias, por volta das 6 horas da manhã, os diretores estarão no sindicato para estruturar as mobilizações. O servidor deve ligar para o sindicato logo cedo, no telefone 3228-7400, para se informar do local que será alvo da paralisação e então se dirigir para lá, mesmo que não pertença aquele setor.

Os locais não serão previamente divulgados para dificultar obstáculos ao direiro constitucional que o trabalhador tem de fazer greve,

A ordem agora é pressionar para avançar! Não vamos nos render enquanto não nos oferecerem um reajuste decente!

Estudantes protestam contra o aumento das mensalidades em universidade

Fonte: A Tribuna On-line

‘Educação não é mercadoria’. Este foi o bordão cantado por dezenas de estudantes que protestaram contra o aumento das mensalidades em 2010 na Unisantos.

O internauta Giuliano Seguro registrou o momento em que os manifestantes se reuniram na entrada do Campus Dom Idílio da Universidade, na Avenida Conselheiro Nébias, por volta das 20h30 desta quarta-feira.

O protesto durou cerca de 1 hora e contou com som amplificado, microfone e narizes de palhaço. As aulas foram retomadas normalmente após o fim da manifestação.

Representantes dos cursos de graduação da instituição discutem sobre a reivindicação nesta quinta-feira com o reitor Marcos Medina Leite, de acordo com os estudantes.

Moradores da Baixada Santista sofrem com os alagamentos

Fonte: A Tribuna on line

A madrugada desta quinta-feira foi de apreensão para os moradores da Baixada Santista. Como era previsto, a frente fria chegou à região e trouxe chuva forte, alagando bairros e causando estragos.

Em Santos, o índice pluviométrico das últimas 72 horas é de 121,5 milímetros. A Defesa Civil decretou estado de alerta  nos morros, mas monitora principalmente a Zona Noroeste. De acordo com dados do órgão, entre 3 e 6 horas desta quinta-feira choveu cerca de 69 milímetros, o equivalente a quase uma semana de chuva.

Cinco ocorrências leves de deslizamentos já foram contabilizadas em Santos nesta quinta-feira, sem vítimas ou destruição de patrimônio. As quedas de barreiras foram nos morros da Penha, Fontana, São Bento e nos bairros Saboó e Caneleira.

Em Cubatão, a Defesa Civil informou que há relatos de 12 deslizamentos nos bairros Cota, porém, sem vítimas graves. As ocorrências foram registradas no Grotão, na Cota 95 e na Cota 200.

O rio Pilões transbordou deixando 34 pessoas desalojadas. Elas foram levadas à Sociedade de Melhoramentos do bairro. Outro rio que transbordou foi o Perequê, de acordo ainda com a Defesa Civil. Nesta manhã, a Cidade decretou nível de atenção. O índice pluviométrico chegou a 113 milímetros no posto da casa 8, no alto da Serra.

Em Guarujá, a Defesa Civil registrou ocorrências de deslizamentos, principalmente no Canta Galo, Vila Baiana e Vila Júlia. A informação é de que na Vila Baiana 10 casas foram interditadas e uma delas desabou.

Moradores perdem tudo

Tristeza e desolação. Esse é o cenário do bairro Perequê, em Guarujá. “Eu não tenho mais casa para morar. A água está na minha cintura. Perdi tudo”, conta Miriam de Cássia Pinheiro de Moreira, moradora na Rua Porto Rico.

Segundo Miriam, a situação se agravou por volta das 2 horas desta quinta-feira, quando ela e sua família tiveram que se refugiar na casa da vizinha que mora no andar de cima.  “Não consegui salvar nada, só deu tempo de pedir ajuda para minha vizinha e subir com a roupa do corpo”.

Na Rua Alameda das Margarida, no bairro Santo Antonio,  a situação não é diferente. A pensionista Benedita Corabello de Almeida, de 74 anos, disse que precisa retirar de balde a água que está dentro de sua casa.

“Coloquei tudo em cima de lajotas, principalmente a geladeira para não queimar.  Aqui sempre transborda. Está uma calamidade. Imagina uma senhora com água dentro de casa? É assim que estou, não aguento mais”,lamentou .

São Vicente

“A água aqui está no joelho. Perdemos tudo, estamos sem energia. Não tem como fazer nada e nem trabalhar porque o ônibus não consegue passar na avenida”, desabafa a bordadeira Juliana Delemole, que mora na Rua Caramuru, no bairro Jóquei Clube, em São Vicente.

Juliana conta que outros moradores enfrentam o mesmo problema na manhã desta quinta-feira. Em uma das casas, há pessoas que foram para o andar de cima, pois a água tomou conta do imóvel.

 No bairro Dique das Caixetas, também em São Vicente, a doméstica Maria Manoela diz que a água da chuva invadiu a cozinha de sua casa. Segundo ela, obras de saneamento teriam contribuído também para o alagamento.

Bancários paralisam e Unibanco compromete-se a resolver problema

Os bancários e a diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região paralisaram, dia 18/02, a unidade do Unibanco/Alfândega, no Centro de Santos (rua Visconde do Rio Branco, 04), pela falta de sistema de ar condicionado.
Depois da manifestação, que durou o dia todo, a diretoria do Unibanco enviou um engenheiro até o local e comprometeu-se a realizar os reparos necessários no sistema de ar refrigerado, neste final de semana. Portanto, a paralisação desta sexta-feira, 19/02, foi adiada, mas será retomada se o Unibanco não mantiver o compromisso.
Desde o início de 2010
Desde o início do de 2010 o problema persiste, depois de várias negociações para resolver a má condição de trabalho, por conta do calor insuportável os bancários não tiveram outra saída senão paralisar a agência.